PSICOLOGIA E NEFROLOGIA: TEORIA E PRÁTICA


A gravidade do atual cenário mundial das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), incluindo o seu impacto socioeconômico, já é reconhecida e destacada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Organização das Nações Unidas (ONU), as quais vêm promovendo intensos debates, visando à elaboração de estratégias de enfrentamento dessa situação, considerando este um grande desafio ao século XXI. A alta prevalência de Doença Renal Crônica é consequência de uma transição demográfica que está ocorrendo no mundo, uma vez que houve o aumento da expectativa de vida e sobrevida de pacientes com DCNT.


Até o ano de 2002, o conceito de DRC era pouco objetivo: dizia-se que o paciente tinha DRC quando apresentava a perda progressiva das suas funções. Esse conceito tornava difícil o diagnóstico e a comparação de estudos. A partir de 2002, o Kidney Disease Outcomes Quality Initiative padronizou o conceito de DRC, que foi modificado em 2012, levando em consideração Taxa de filtração glomerular (TFG) e Proteinúria (marcador de dano parenquimatoso renal).


A frequência e a intensidade dos sintomas de DRC variam muito de um indivíduo para outro, sendo frequente pacientes em estágio final da doença serem atendidos em unidades de emergência sem o conhecimento prévio da sua doença. Essa observação demonstra a grande capacidade do organismo de se adaptar às alterações metabólicas da DRC sem gerar sintomas significativos ao paciente. A maioria das causas da DRC apresentam pouco ou nenhum sintoma em suas fases iniciais.


Os sinais e sintomas mais comuns são detectáveis por exames de sangue e urina, como por exemplo a presença de sangue na urina que muitas vezes não é perceptível a olho nu. Além disso, a presença de proteína na urina, também detectável em exame, só é perceptível pela mudança no padrão de espuma na urina. Outros sinais como hipertensão arterial, edema e anemia também podem ser encontrados em diversos estágios do comprometimento renal.

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